Psicoterapia

Se torna um psicoterapeuta aquele profissional de graduação superior (mais especificamente na área de saúde, ou não), que se especializa em alguma abordagem específica da Psicologia.

No caso de Adriana Silvestre, tendo feito a especialização em Saúde Mental de base Analítica (Psicoterapia Junguiana), ela se torna também, uma psicoterapeuta, ou se preferir, Musicoterapeuta analítica, tendo uma maior liberdade e segurança ao permitir que o paciente adentre ainda mais em seu universo simbólico e profundo, e possam, assim, iniciar nesse caminho interno e eterno do auto-conhecimento.

Como já dizia Platão:  “Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo”.

“Quando um homem não encontra a si mesmo, não encontra a nada.” Johann Wolfgang Von Goethe

Tendo concluído o Treinamento na abordagem Sistêmica Fenomenológica, segundo Bert Hellinger (Hellinger Ciencia) -mais conhecido como Constelação Familiar – também podemos definir a nossa Musicoterapeuta, como Sistêmica/Familiar.  

Através dessa abordagem última podemos perceber a ‘rapidez’ do processo psicoterapêutico e musicoterápico, uma vez que a mesma pode  ser incluída dentro das “Terapias breves” pela sua eficácia e rapidez de se perceber o essencial de forma mais profunda e eficaz, diminuindo assim, a necessidade de um tratamento mais prolongado.

Bruscia (2000) também definiu as áreas e  níveis da prática musicoterapêutica em: Didática, Médica, Cura e Psicoterapêutica.

“A área psicoterapêutica inclui todas as aplicações da música ou da musicoterapia cujo foco primário é ajudar os clientes a encontrarem significado e satisfação. Isso inclui todas as abordagens grupais ou individuais que enfocam as emoções do indivíduo, a auto-realização, insights, relações e espiritualidade como principais alvos de mudança, assim como aquelas que abordam fatores médicos e didáticos relacionados com essas questões.

As práticas nesta área variam de acordo com o a extensão e a profundidade do tratamento, o papel da música, e a orientação teórica do terapeuta (por exemplo, psicodinâmica, comportamental etc.)”

 

(Bruscia,Kenneth. Definindo Musicoterapia. Tradução Mariza Velloso Fernandes Conde. 2ªed., Rio de Janeiro: Enelivros, 2000, pg. 169)